O comissário da Agência da ONU de Assistência aos Refugiados Palestinos, Unrwa, Philippe Lazzarini, disse que cada dia sem um cessar-fogo será mais uma tragédia em Gaza após o ataque que provocou dezenas de mortes e feridos em Al Mawasi.
A área litorânea perto de Khan Yunis, tida como zona humanitária segura, sofreu uma onda de ataques aéreos israelenses que mataram pelo menos 52 palestinos. Entre as vítimas estariam o chefe da força policial e seu adjunto, segundo agências de notícias.
“Nenhuma zona humanitária é segura”
Nesta quinta-feira, Lazzarini afirmou em publicação de rede social que “nenhuma zona humanitária é segura” e pediu o “fim de falácias e mortes de civis”.
Para 2025, a Unrwa espera um começo de ano marcado por fortes chuvas que estão inundando abrigos em Deir al-Balah, em Gaza. Esta realidade agrava as adversidades vividas pelos deslocados em tendas.
Em meio à guerra em andamento, as tempestades severas estão causando inundações generalizadas, deixando milhares de pessoas precisando urgentemente de segurança e ajuda humanitária.
Impacto humanitário
Na Faixa de Gaza, persiste ainda a proibição das autoridades israelenses do acesso da mídia internacional. Ao longo do ano passado, a agência da ONU forneceu informações e relatos sobre o impacto humanitário da guerra sobre os civis.
Para a Unrwa, o acesso a jornalistas internacionais para reportar livremente de Gaza deve ser garantido.
Outras preocupações são mais de 14 mil pacientes na lista de espera. Um dos casos é o de Hammoud, de 7 anos, vítima de um tiro nas costas. Ele ficou paralítico. E está traumatizado precisando de uma evacuação médica para o exterior.
O Escritório da ONU de Assistência Humanitária, Ocha, no norte de Gaza, alertou que as bases de sobrevivência dos palestinos estão sendo dizimadas.
Por 12 semanas, a entidade das Nações Unidas diz que todas as tentativas de alcançar pessoas sitiadas foram recusadas ou obstruídas.
Source of original article: United Nations / Nações Unidas (news.un.org). Photo credit: UN. The content of this article does not necessarily reflect the views or opinion of Global Diaspora News (www.globaldiasporanews.net).
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